A presepada linguística e seus cooptados

Os jornalistas de esquerda chamam os jornalistas de direita de “blogueiros”, e se há espaço no título, chamam de “blogueiros bolsonaristas”; e em muitas situações chamam de “fascistas”.

Já os jornalistas de direita chamam os jornalistas de esquerda de… jornalistas.

Não passa por suas cabeças educadas a possibilidade de chamá-los de “militantes esquerdistas” ou de “antidemocráticos” por atacarem de forma vil um presidente democraticamente eleito?

Tem que ser assim: “Os militantes esquerdistas Vera Magalhães e Thais Oyama”; “Os militantes esquerdistas Noblat e William Bonner”; “Os militantes esquerdistas da CNN”, e assim por diante.

O mesmo vale para “historiadores”. Veja o caso do Marco Antonio Villa. Numa hora, diz que não houve ditadura, mas depois, para fustigar Bolsonaro, diz que houve. Isso não é ser historiador, é ser ficcionista. Então, “O ficcionista Marco Antonio Villa”…

O mesmo vale para os ídolos da criminalidade esquerdista: “O pirotécnico Paulo Freire”; “O contista Eric Hobsbawm”; “A odiadora de classe média Marilena Chauí”; “O comediante Michael Moore”; “O mentecapto Marighella”; “O admirador de mentecaptos Wagner Moura”.

É preciso martelar a verdade diariamente, e não martelar os pregos do caixão conservador ao usar a linguagem exigida pela delinquência esquerdista.

Marco Frenette. Jornalista e escritor.

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Jornal Da Cidade

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